TRUMP(A)

PARA RIR * 2


Notícia de última hora; ou talvez não.
Ricardo Salgado constituído arguido por tentar corromper Sócrates 
[in Expresso Diário]

escrito por Gabriela Correia, Faro

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(Não) gosto de animais

[foto rapinada daqui]

Entre os que me são próximos, tenho fama de não gostar de animais. Quando me perguntam se é verdade, tenho dificuldade em responder, por não saber o que e que a pergunta quer saber.

A minha relação com os animais resume-se em dois pontos:

  1. sou incapaz de fazer mal a um animal (exceção para aqueles bicihitos que me entram em casa sem autorização);
  2. sou suficientemente amigo dos animais para gostar de os deixar em paz (longe de mim) e irrito-me solenemente quando eles não têm o mesmo sentimento em relação a mim;
  3. sou incapaz de um gesto de afeto dirigido a qualquer animal (exceção para alguns de duas pernas).
Bem... foram três os pontos. Mas mais vale mais do que menos.


escrito por ai.valhamedeus

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ZOOM [101] - comparação


escrito por ai.valhamedeus

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EX-CITAÇÕES * 157. o pai da pátria


Façam-lhe o enterro, respeitem-lhe a memória, dêem os pêsames à família, mas deixem-se de tretas e de apregoar que ele nos trouxe a liberdade e a democracia. Não trouxe. Essa devemo-la à Alemanha de Willy Brandt, à Holanda de Joop den Uijl, a Henry Kissinger e ainda, entre mais uns quantos, aos banqueiros e empresários que sabiam que com o regime de Marcello Caetano nunca Portugal poderia entrar no Mercado Comum.
[...] 
Mário Soares desagrada-me ainda como pessoa, pois simboliza aquilo que detesto e de que desdenho na burguesia portuguesa: a falsa pachorra, a jovialidade de pechisbeque, o modo paternal, o sorriso pronto, a mãozada, os Ora viva!, a festinha aos humildes; por detrás de tudo isso a ganância, o cálculo frio, o desprezo do semelhante, a presunção, o sentimento bacoco de casta, os rapapés, a mediocridade.
[J. Rentes de Carvalho, in Tempo Contado]

escrito por ai.valhamedeus

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CR7? MARIMBANDO...

Tenho amigos que não entendem que eu não vibre rigorosamente nada com as notícias relacionadas com Cristiano Ronaldo, mesmo quando são assim:


Apelam ao meu sentimento nacional(ista), que ele é português que isso dá fama a Portugal que não sei mais o quê... mas eu, nada! CR7 não passa de um puto que ganha milhões por saber dar uns xutos na bola -- e isso a mim interessa-me tanto como zero ou talvez menos do que zero.

O que me faz vibrar e sentir orgulho são notícias como esta:



escrito por ai.valhamedeus

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PARA RIR * 1


Para rir, ou para arrepelar os cabelos de irritação, desespero ou impotência para agir, por manifestas razões...
A banca portuguesa está muito bem”. 
[Ricardo Salgado, em Abril de 2011, depois de o Estado pedir a intervenção externa]

escrito por Gabriela Correia, Faro

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2017 NA AVENIDA DOS ALIADOS


Não foi a primeira vez que passei para um novo ano nas ruas do Porto. Desta vez, o que mais me surpreendeu foi
  • as medidas policiais contra atentados de eventuais camiões. Na sequência do de Berlim, o governo diz que não há razões para alterar o nível de alerta; mas que eu nunca tinha visto nada assim, ai isso não;
  • o mijadoiro enorme em que se tornou a Avenida dos Aliados (e até os parques de estacionamento subterrâneos), a partir de determinado momento. Impressionava a quantidade de homens (sobretudo jovens do sexo masculino, mas não só) a despejar a bexiga -- e os regatos de urina a correr pela avenida e pelos recantos entre os automóveis estacionados.

Águas na bexiga e medos no cu obligent.

escrito por ai.valhamedeus

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CR7 PARA O PANTEÃO


Este miúdo é sério candidato a um lugarzinho no Panteão. Se o Eusébio mora lá -- e a Amália, também... ambos sem terem sido gente de negócios, sem hotéis, sem ginásios e sem canais de tv...

Se me é permitido sugerir -- eu acharia bem que o colocassem entre o Eusébio e a Amália. Sempre se divertia a fazer truques de pés ao Eusébio e a acompanhar a Amália num desafinado I wish you a Merry Christmas.

escrito por ai.valhamedeus

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PORTUGAL, CAMPEÃO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS


[imagem rapinada daqui]
Numa peça publicada em jeito de balanço anual, o diário britânico The Guardian elege o uso de energias renováveis em Portugal como um dos "momentos chave" da ciência em 2016. Mark Miodownik, professor da Universidade de Londres, é quem escreve sobre o tópico, explicando que, de uma perspetiva da engenharia, o anúncio português de que o país funcionou quatro dias consecutivos com energias inteiramente renováveis no mês de maio foi um "ponto alto" do ano. 
Escrevendo que "a mudança para o carvão no século XIX e depois para o petróleo no século XX" deu ao mundo moderno a "a energia barata, os bens de consumo e as férias solarengas", Miodownik refere que se queremos dar o mesmo aos nossos filhos é necessário prevenir as alterações climáticas e afastar-nos dos combustíveis fósseis. "Parece impensável, impossível, mas o impossível é o que a engenharia faz melhor. O feito de Portugal dá aos governos e empresas energéticas um exemplo tangível de como pode funcionar e funciona, e porque deveriam investir em energia solar, eólica, das ondas e outras tecnologias renováveis já". 
[rapinado do Expresso online]

escrito por Gabriela Correia, Faro

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E ESTA, HEIN!... 31

Fartos de serem chamados a resgatar bancos (BES em 2014, Banif em 2015), os portugueses podem por estes dias assistir de cadeirinha ao resgate de mais um banco. Mas desta vez não é nosso. É o mais antigo banco italiano, Monte dei Paschi di Siena, cujo plano de recapitalização por parte de investidores privados, elaborado pelo J.P. Morgan, falhou rotundamente. E quando os investidores privados falham, lá vem o Estado, sempre acusado de gerir muito pior que os privados, limpar com o dinheiro dos contribuintes a estrumeira que os accionistas e gestores privados fizeram. Serão “apenas” cinco mil milhões de euros que o Estado italiano terá de injectar no banco até ao final do ano (faltam nove dias!), passando a participação pública dos actuais 4% para uma posição entre 50% a 75%, segundo os analistas. Por outras palavras, o Monte dei Paschi di Siena vai ser nacionalizado para não ter de fechar as portas. O contribuinte italiano paga. E La Nave va. 
[in Expresso Curto]

escrito por Gabriela Correia, Faro

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